BOM DIA ... GRACE !
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Rare footage of Grace Kelly on vacation with her family in Ocean City, New
Jersey ― with Clark Gable on the set of Mogambo (1953) ― Princess Grace
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Há 2 dias
Para quem gosta de Velocidade e Competições...entrem e acelerem à vontade!
Audi: As quatro argolas unidas representam as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1º de janeiro de 1985, a Auto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Nekarsulm, na Alemanha.
Alfa Romeo: O símbolo é composto pela bandeira com a cruz vermelha (brasão da cidade de Milão) e pela serpente devorando um homem (símbolo da família real milanesa). O nome do fabricante italiano, fundado em 1910, é a combinação da sigla A.L.F.A (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) com o sobrenome do engenheiro Nicola Romeo, fundador da marca.
BMW: Representa uma hélice de avião, nas cores azul e preta. Foi criada depois que os irmãos Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião, em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo da marca alemã foi o modelo Dixi 3/15, de 1928. BMW é a abreviatura de "Fábrica de Motores da Bavária" (Bayerische Motoren Werk).
Cadillac: Marca famosa da General Motors, o seu emblema é derivado do brasão da família de Sir Antoine de la Mothe Cadillac , o fundador da empresa. Desperta muita admiração no mundo todo, com sua grinalda de plumas, um verdadeiro clássico!
Chevrolet: Diz a lenda que o logotipo em forma de gravata borboleta foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, teria se hospedado, em 1908. Durant guardou a amostra na carteira para usá-la como símbolo da marca de automóvel que fundou em parceria com o piloto Louis


Lançada no Salão de Tóquio de 1968, a Honda CB 750 Four estabelecia novos padrões, tanto para a Honda quanto para outras marcas. O motor da CB 750 Four era leve e compacto, comparado a outros quatro-em-linha já vistos até então, e trazia soluções eficientes. O quatro-em-linha de 736 cm3, com comando de válvulas no cabeçote, lubrificação por cárter seco, quatro carburadores, desenvolvia 67 cv de potência à 8.000 rpm e torque máximo de 6,1 m.kgm à 7.000 rpm. Apesar dos 218 kg a seco, podia levá-la a 192 km/h.
Um dos segredos das pequenas dimensões do motor era o virabrequim, forjado em única peça e apoiado (como em motores de automóveis) por mancais lisos bipartidos, lubrificados sob pressão. Do centro desse virabrequim saíam a árvore primária de transmissão e o acionamento do comando de válvulas, em vez de se usar suas extremidades, o que deixaria o motor mais largo. A lubrificação por cárter seco também contribuía, pois eliminava o reservatório de óleo convencional na parte inferior.
Os quatro escapamentos individuais emitiam um som que muitos consideram inesquecível. O comportamento dinâmico era referência entre as motos de seu tempo.
A Honda CB 750 Four oferecia ainda partida elétrica, câmbio de cinco marchas e ótimo padrão de acabamento. O tanque mais estreito que o motor contribuía para um estilo imponente. Cada pequena evolução do modelo, era identificada como um novo número junto da letra "K". Por exemplo, a 750 K1, ou modelo 1971, recebia tanque e laterais mais estreitos e adequados a pilotos de menor estatura.
O sucesso da motocicleta foi tão grande, que já no primeiro ano (1969) foram vendidas 440 mil unidades, um recorde para motos de grande cilindrada. Nos Estados Unidos as vendas superaram as expectativas do mercado. Já em setembro a moto vencia a famosa prova francesa 24 Horas de Bol D'or. Em 1970, seria a primeira moto vitoriosa na 200 Milhas de Daytona, nos EUA, cuja procedência não fosse americana ou inglesa.
No início dos anos 2000 a imprensa especializada mundial concebeu à Honda CB 750 Four, o título de "A Moto do Século" e ainda acrescentaram que a CB 750 foi a mais importante obra prima de Soichiro Honda. Nenhuma outra marca/modelo jamais reuniu, de uma só vez, tantas inovações técnicas com design incomparável e inconfundível.